sexta-feira, 30 de maio de 2008

Jornada

http://hqmaniacs.uol.com.br/principal.asp?acao=noticias&cod_noticia=16081

"Dois ícones de Jornada nas Estrelas falecem
Joseph Pevney faleceu no último dia 18 de maio, aos 96 anos. Pevney foi o diretor de alguns dos mais queridos episódios da temporada original de Jornada nas Estrelas. Ao todo, ele dirigiu 14 episódios de Jornada e tem em seu currículo 35 longas metragens.
Além de Jornada, ele também dirigiu episódios de A Ilha da Fantasia e de O Incrível Hulk, entre várias outras séries de TV.
Alexander "Sandy" Courage, compositor, orquestrador e arranjador, responsável pelo conhecidíssimo tema de Jornada nas Estrelas, faleceu no último dia 15 de maio, na Califórnia, aos 88 anos.
Courage colaborou na composição e orquestrou alguns dos mais conhecidos musicais dos anos 50 e 60, incluindo My Fair Lady, Hello, Dolly, Sete Noivas para Sete Irmãos e Um Violinista no Telhado.
Ele começou no rádio, antes ir para a MGM. Sua carreira como compositor para a TV começou nos anos 60, quando trabalhou em Perdidos no Espaço, Viagem ao Fundo do Mar e, é claro, Jornada nas Estrelas, sem dúvida seu mais famoso trabalho.
Criada em 1966, a série Jornada nas Estrelas conta a história da nave Enterprise e de seus tripulantes, que exploram o espaço sideral. São liderados pelo Capitão James T. Kirk, pelo oficial de ciências alienígena Spock e pelo médico de bordo Leonard McCoy. Jornada nas Estrelas se tornou uma das séries de ficção científica mais reverenciadas no mundo, tendo gerado quatro spin-offs, um série animada, inúmeros livros e quadrinhos, além de uma série de dez filmes, com o décimo primeiro já a caminho."

uma perda pra humanidade. eu adoro startrek. podem me chamar de nerd o qto for!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Resenha do livro!

"Quem se interessava, na França às portas da Revolução, por narrativas pornográficas envolvendo padres e freiras, por biografias escandalosas de figuras da nobreza? Como essa literatura influenciava homens que logo mergulhariam numa guerra civil? A partir de uma quantidade imensa de documentos, Darnton investiga as relações entre literatura, opinião pública e revolução, e, no final do livro, oferece ainda excertos de três das obras mais procuradas no mercado negro da época. Em vez de se debruçar sobre a literatura consagrada do século XVIII, é nos livros pornográficos, nas fantasias utópicas, nas biografias escandalosas que ele vai buscar uma pista para reencontrar as relações entre a Revolução Francesa e a literatura da época. A partir dessa perspectiva, toda uma série de questões clássicas pode ser refeita. Poderemos entender melhor por que os sistemas de valor se modificam e de que modo a opinião pública influencia o curso da história."

comprar um livro



nossa... fazia um tempão que não comprava um livro. os dois últimos deste ano na verdade foram ganhos! tenho vasculhado a net atrás de um livro que me inspirasse e achei. chega daqui 5 dias...



ansiedade...











...

terça-feira, 27 de maio de 2008

O Antiprofeta





Em todo homem dorme um profeta, e quando ele acorda há um pouco mais de mal no mundo...
A loucura de pregar está tão enraizada em nós que emerge de profundidades desconhecidas ao instinto de conservação. Cada um espera seu momento para propor algo: não importa o quê. Tem uma voz: isto basta. Pagamos caro não ser surdos nem mudos...
Dos esfarrapados aos esnobes, todos gastam sua generosidade criminosa, todos distribuem receitas de felicidade, todos querem dirigir os passos de todos: a vida em comum torna-se intolerável e a vida consigo mesmo mais intolerável ainda: quando não se intervém nos assuntos dos outros, se está tão inquieto com os próprios que se converte o “eu” em religião ou, apóstolo às avessas, se o nega: somos vítimas do jogo universal...
A abundância de soluções para os aspectos da existência só é igualada por sua futilidade. A História: manufatura de idéias..., mitologia lunática, frenesi de hordas e de solitários..., recusa de aceitar a realidade tal qual é, sede mortal de ficções...
A fonte de nossos atos reside em uma propensão inconsciente a nos considerar o centro, a razão e o resultado do tempo. Nossos reflexos e nosso orgulho transformam em planeta a parcela de carne e de consciência que somos. Se tivéssemos o justo sentido de nossa posição no mundo, se comparar fosse inseparável de viver, a revelação de nossa ínfima presença nos esmagaria. Mas viver é estar cego em relação às suas próprias dimensões...
Se todos os nossos atos – desde a respiração até a fundação de impérios ou de sistemas metafísicos – derivam de uma ilusão sobre nossa importância, com maior razão ainda o instinto profético. Quem, com a visão exata de sua nulidade, tentaria ser eficaz e erigir-se salvador?
Nostalgia de um mundo sem “ideal”, de uma agonia sem doutrina, de uma eternidade sem vida... O Paraíso... Mas não poderíamos existir um instante sem enganar-nos: o profeta em cada um de nós é o grão de loucura que nos faz prosperar em nosso vazio.
O homem idealmente lúcido, logo idealmente normal, não deveria ter nenhum recurso além do nada que está nele... Parece que o ouço: “Livre do fim, de todos os fins, de meus desejos e de minhas amarguras só conservo as fórmulas. Tendo resistido à tentação de concluir, venci o espírito, como venci a vida pelo horror, a buscar-lhe uma solução. O espetáculo do homem – que vomitivo! O amor – um encontro de duas salivas... Todos os sentimentos extraem seu absoluto da miséria das glândulas. Não há nobreza senão na negação da existência, em um sorriso que domina paisagens aniquiladas.
(Outrora tive um “eu”; agora sou apenas um objeto... Empanturro-me de todas as drogas da solidão; as do mundo foram fracas demais para me fazer esquecê-lo. Tendo matado o profeta em mim, como terei ainda um lugar entre os homens?)

( lendo CIORAN -Breviário de Decomposição )

segunda-feira, 26 de maio de 2008






When I get older, losing my hair, many years from now,Will you still be sending me a Valentine, birthday greetings, bottle of wine?If I'd been out 'till quarter to three, would you lock the door?Will you still need me, will you still feed me,When I'm sixty-four?
You'll be older, too. Aaah, and if you say the word, I could stay with you.
I could be handy, mending a fuse, when your lights have gone.You can knit a sweater by the fireside, sunday mornings, go for a ride.Doing the garden, digging the weeds, who could ask for more?Will you still need me, will you still feed me, when I'm sixty four?
Every summer we can rent a cottage in the Isle of Whight if it's not too dear. We shall scrimp and save.Ah, grandchildren on your knee, Vera, Chuck, and Dave.
Send me a postcard, drop me a line stating point of view.Indicate precisely what you mean to say, yours sincerely wasting away.Give me your answer, fill in a form, mine forever more.Will you still need me, will you still feed me, when I'm sixty four?



by John Lennon/Paul McCartney

domingo, 25 de maio de 2008

Houaiss

"ah, as idéias da província..." (Revista Joaquim - Ctba)

provinciano

Datação1836 cf. SC

Acepções■ adjetivo 1 relativo ou pertencente a província Ex.: vocabulário p. 2 Derivação: por extensão de sentido. Uso: pejorativo. atrasado, de mau gosto, superado, sem elegância e sofisticação 3 Uso: pejorativo. imbuído de provincianismo quanto ao modo de pensar ou agir Ex.: que valores mais p.! ■ adjetivo e substantivo masculino 4 que ou aquele que é oriundo ou habitante de província
Etimologiaprovíncia + -ano; ver 1venc-; a datação é para a acp. 4
Sinônimosver sinonímia de bronco e cafona
Antônimosver antonímia de tolo e cafona


e eu adoro cidade pequena... :) ê, lugar!!

Nazareth e Pete Agnew!!