quinta-feira, 13 de agosto de 2009

e morreu o homem DA guitarra.

reuters / Les Paul, o guitarrista e inventor que mudou o curso da música com a guitarra elétrica e as gravações em múltiplos canais

Les Paul, o guitarrista e inventor que mudou o curso da música com a guitarra elétrica e as gravações em múltiplos canais, morreu nesta quinta-feira, aos 94 anos.

De acordo com a fabricante de guitarras Gibson, Paul morreu em consequência de complicações causadas por uma pneumonia no White Plains Hospital, onde estava internado. Sua família e alguns amigos próximos estavam a seu lado na hora da morte.

Como inventor, Paul ajudou no surgimento do rock'n'roll e das gravações em vários canais, que permitiu aos artistas gravar diferentes instrumentos em momentos distintos, fazer um coral usando a voz de uma única pessoa, e então, cuidadosamente, equilibrar as "faixas" em uma gravação final.

Em 1952, a Gibson começou a produzir a guitarra Les Paul, que, ao longo dos anos, tornou-se uma das mais usadas na indústria da música e o modelo favorito de grandes nomes do rock, como Pete Townsend do The Who, Steve Howe do Yes, e Jimmy Page do Led Zeppelin.

Guitarrista de jazz, Les Paul colecionou vários sucessos em sua carreira, vários ao lado de sua esposa, Mary Ford. Entre 1949 e 1962, ele ganhou 36 discos de ouro e conquistou 11 vezes o primeiro lugar nas paradas, com hits como "Vaya con dios," "How high the moon," "Nola" e "Lover".


http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/mundo/conteudo.phtml?tl=1&id=914523&tit=Morre-o-lendario-guitarrista-Les-Paul

domingo, 9 de agosto de 2009

Perguntas pela net

Mania: esfregar os olhos como se eles fossem se soltar e ficar com a boca aberta enquanto leio no computador.
Pecado Capital: Ira
Os 3 melhores cheiros do mundo: o cheirinho da cabecinha careca da minha filha quando ela tinha alguns dias, o cheirinho dela a todo momento e o cheiro do meu homem.
Se dinheiro não fosse problema, eu faria... uma viagem pelo mundo sem data para voltar, com meu marido e minha filha.
Na infância tive: febre reumática e um cachorro chamado Bidou.
Habilidades como dona de casa: Excelentes!! J
Frase: "Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania, depende de quando, e como você me vê passar!" (Clarice Lispector)
Passeio pra alma: aqueles em que saímos apenas *pra dar uma voltinha* pelo centro.
Passeio para o corpo: praia
Par perfeito: arroz e feijão, eu e o Anderson.
O que te irrita: ignorância
Palavra ou frase que usa muito: Putaqueusparíiiiiiiiiu!
Palavrão mais usado: - Que merda!!!
Fico puta quando: mentem para mim.
Perfume que usa no momento: ekos cupuaçu
Elogio Favorito: elogios me deixam sem jeito.
Talento oculto: atrair free-talk!
Não importa que seja moda não usaria nem no meu enterro: lencinho de petit-pois amarrado no pescoço!!!
Queria ter nascido sabendo: matemática.
Sou extremamente: simples!

Fonte das perguntas:
Mandaram para mim por mail, tipo uma corrente, e achei bacana.

sábado, 1 de agosto de 2009

Visitando o blog


de Kleber Bordinhão. :)


"Literatura de gaveta

ácaros e traças

apreciam sem careta."


Kabs



sexta-feira, 24 de julho de 2009

Esse filme...


Muito bom. Recomendo!

domingo, 19 de julho de 2009

A menina que roubava livros!


Livro - Menina que Roubava Livros, A

Fazia tempo, o último livro que comprei foi sobre a literatura na revolução francesa... rsss!!! Voilà!!

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é à nossa narradora. Um dia, todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

Mais um! Mais um!

Minha aquisição do mês:

Uma visão de Hitler sob um ângulo inusitado: sua paixão pelos livros. O homem que queimava livros, quem diria, foi também um bibliófilo, um colecionador de livros. Um golpe na crença comum de que "a leitura civiliza o homem"? Timothy W. Ryback, com base em pesquisas exaustivas, traça, em A Biblioteca Esquecida de Hitler (Cia das Letras, 2009) a radiografia da formação intelectual de um dos grandes vilões do século XX. (Trecho da sinopse publicada no site Capitu: http://www.revistacapitu.com/indica_abibliotecadehitler.html
Dividida entre Munique, Berlim e o refúgio de Obersalzberg, nos Alpes bávaros, a coleção de livros de Adolf Hitler chegou a ter 16 000 volumes. O líder nazista era um leitor voraz – dizia ler um livro por noite – e eclético. Frequentava tanto as tragédias de Shakespeare quanto os romances de aventura de Karl May. Tinha um gosto especial por obras de ocultismo – e, claro, por panfletos antissemitas, como O Judeu Internacional, do americano Henry Ford. O historiador americano Timothy Ryback estudou detidamente os livros que restaram da biblioteca do tirano, divididos principalmente entre a Biblioteca do Congresso, em Washington, e a Universidade Brown. Sua pesquisa revela um instantâneo inusitado da personalidade até hoje indecifrável de um dos maiores genocidas do século XX. (Revista Veja de 10/6/09.)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

O Ito vai se alistar!!!





As guerras têm aparentemente o fim de destruir o inimigo. O que elas conseguem afinal é destruir parte da humanidade - quando esta é atingida da psicose do suicídio. Isso não quer dizer que cada uma das partes se suicide pessoalmente. Nada de covardias. Para salvar as aparências, cada uma delas suicida a outra. Seria ridículo atribuir qualquer idéia de expurgo à Natureza - com N maiúsculo. E, por outro lado, seria humor negro atribuí-lo a insondáveis desígnios da Divina Providência.
Deixemos as maiúsculas em paz. Agora, o último pretexto invocado é o das guerras ideológicas. Muito bonito! Mas quem foi que disse que se trata de idéias? Trata-se de convicções. As quais nada têm a ver com a lógica. Eis um exemplo das convicções: eu sou atleticana, tu és coxa-branca! Ora, duvido que qualquer um de nós descubra alguma razão lógica para isso. Agora, passando para um domínio mais amplo, universal, vamos procurar um exemplo das idéias.
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Esta linha de pontinhos quer dizer que ainda estou procurando. Em todo caso, tenho de confessar que usar de idéias para examinar as guerras e guerrilhas é recorrer a um instrumento inadequado - assim como quem servisse de um microscópio para distinguir um rinoceronte que já vem vindo a toda para cima da gente.

- E então, ó homo sapiens, que vais fazer nesta situação desesperada?

- Não sei!
- Meu cunhado vai se alistar, porém ele não tem opção!


Toda opção carrega em si um ato de desespero.